Rotina é poesia.
Um pequeno atraso, uns segundos a mais na cama, uma rota diferente, um semáforo fechado...
O que acontece no meio do caminho pode mudar um dia inteiro. A rotina, então, deixa de ser apenas um conjunto de tarefas diárias e se transforma em uma tela em branco.
É uma dança constante, onde o esperado e o inesperado se encontram e se reencontram ao longo do dia. A mágica da rotina é que ela finge ser repetição, mas é movimento. A rotina não nos prende, ela nos embala. Ela é ritmo, é compasso, é o que nos faz sorrir no caminho. Afinal é tudo novo e sempre de novo!